"Nos anos em que percorri clínicas e congressos pela América Latina, vi o mesmo padrão se repetir: fisioterapeutas com mãos excepcionais — limitados por um mercado que não os reconhecia como especialistas, porque nenhuma instituição os formou como tal. Os protocolos que definem a prática clínica no mundo existiam. Os autores existiam. O que faltava era um caminho estruturado para o fisioterapeuta brasileiro acessar esse nível — sem precisar ir à Europa ou aos EUA para isso. Este programa é esse caminho."